segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

A imprensa marrom e os mandatos

Tão ou mais prejudicial a uma candidatura ou mandato que as "fake news" são as "notícias" da imprensa marrom em pequenos ou grandes veículos de imprensa.

Tão ou mais prejudicial a uma candidatura ou mandato que as "fake news" são as "notícias" da imprensa marrom em pequenos ou grandes veículos de imprensa

Necessitados de audiência que garante o dinheiro para se manterem ou por estarem à serviço de opositores, esses veículos não se importam muito em preservar reputações e mesmo que depois sejam chamados à responsabilidade, limitam-se a publicar um comunicado na linha do "erramos" que pouco ou nenhum efeito provoca em quem já ouviu a informação distorcida.

O caminho para estar acima dessas inconveniências é o da comunicação permanente, objetiva e direcionada ao público alvo.

E não se trata aqui de promover noticiário "chapa branca", mas de manter o público informado ao ponto de tornar inócua toda informação manipulada.

Acontece todos os dias. Programas de cunho sensacionalista e sites apócrifos precisam permanentemente de um alvo e você, sua possível candidatura ou seu mandato não precisam ser a bola da vez.

Ser citado de maneira pejorativa em programas de TV, sites e blogs, pode ser ferramenta para depreciação de sua campanha ou mandato no futuro. Nunca se sabe se essa informação errada será usada no futuro e até fora do contexto para prejudicar sua trajetória.

Nosso trabalho tem como objetivo fortalecer a imagem dos bons políticos e garantir transparência na sua comunicação.

Nós podemos fazer muito pela construção e divulgação da sua imagem.

Pedro Reis

FarolCom Inteligência
Rua Tomazinho Rezende, 1330
Uberlândia - MG

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quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Cenário eleitoral para 2020

O cenário eleitoral para vereador em 2020 promete ser muito mais apertado. Mais de 600 candidatos, votos válidos em queda, tecnologia aprontando todas para o Bem e para o Mal. Hoje o tempo favorece.

Construir conteúdo e reputação na internet leva tempo, quanto mais tempo passa mais difícil vai ficar

Construir conteúdo e reputação na internet leva tempo, quanto mais tempo passa mais difícil vai ficar.
E não tem mágica. Quem tem conteúdo vai construir reputação e os resultados serão exponenciais, quem não tem pode esquecer.

O uso do telefone celular se consolidou como o principal meio para acessar a internet no Brasil. Os números da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), deixam claro que esse caminho não tem volta.


Já em 2016, 92,1% dos domicílios brasileiros acessaram a internet por meio do telefone celular, enquanto 70,1% dos domicílios o fizeram por meio do microcomputador. Em 2014, o acesso à internet (80,4% dos domicílios) por meio do celular também foi predominante em relação ao uso do computador (76,6% dos domicílios).

Redes Sociais

Não há dúvida sobre a penetração das redes sociais em todas as camadas da população, mas falta a elas profundidade e muitas vezes credibilidade. Redes são o celeiro das "fake news" e portanto não devem ser o primeiro lugar para se construir reputação.

Primeiro porque nas redes o grau de atenção das pessoas é mais disperso e qualquer mentira colocada ali nem sempre vai passar pela apuração de quem lê. Muitas vezes os estragos são irreparáveis, basta que não haja nenhuma outra informação em contraponto e que corresponda à mais absoluta verdade. O único caminho para que qualquer informação falsa nas redes caia no descrédito.

Blog e site

Qualquer pessoa com mandato ou pretensão política, precisa mais do que nunca, manter uma linha de comunicação e informação permanente com seu público. As causas abraçadas precisam ser mantidas e o leque não pode ser muito amplo. Foco nos temas de interesse de seu grupo de suporte, embasado nos limites que as atribuições do cargo impõe e muito trabalho.

Um blog/site mantendo o público atualizado e com o máximo de trabalho de otimização para os mecanismos de busca e conteúdo verdadeiramente relevante são ferramentas poderosas para manter a sua imagem pública nas melhores posições.

O smartphone e as eleições

Muito embora o TSE tenha liberado algumas formas de contato através das redes sociais é preciso saber com quem você estará falando. Impulsionar um post no Facebook por exemplo está permitido, mas ao político ou a quem tenha pretensões políticas deve ocorrer a seguinte questão: - Quantos e em que quantidade estarão postando na rede?

Quem é esse internauta, o que ele faz, o que ele espera e quais são seus interesses?

O impulsionamento de posts (pago) em redes sociais vai entupir a linha do tempo e a chance de ser bloqueado é imensa, o santinho eletrônico vai ter a mesma taxa de rejeição que o de papel. O caminho continua sendo a construção de autoridade através de linhas diretas de comunicação, importa saber quem é esse possível eleitor e isso as redes sociais não fazem. É muita energia e dinheiro investido para uma baixa garantia de retorno.

Nós podemos fazer muito pela construção e divulgação da sua imagem.


Pedro Reis
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sábado, 20 de janeiro de 2018

O tempo a favor da nova política

Meu foco tem sido a importância da preparação para as eleições de 2020, quando iremos eleger vereadores e prefeitos nos mais de 5500 municípios brasileiros e que no meu entendimento é a mais importante das eleições.

Temos o tempo e a tecnologia a favor de todos aqueles que na maioria das cidades irão se lançar nessa empreitada

Temos o tempo e a tecnologia a favor de todos aqueles que na maioria das cidades irão se lançar nessa empreitada.

Passamos sim, por uma crise política das mais profundas na história do país e renovar o quadro e o sistema vigente, depende basicamente de:
  • Participação política dos cidadãos no dia a dia das cidades
  • Candidatos e candidatas efetivamente investidos de espírito público
  • Ética e transparência na vida
Não serão eleições comuns. Os discursos habituais não encontrarão eco, porque as pessoas querem saber de pessoas definitivamente conscientes e conhecedoras do lugar onde vivem e trabalham. E que tragam soluções e atitudes em vez de promessas.

Pessoas que deverão ter plena noção das necessidades daquele município onde se lançam candidatas e plena disposição para enfrentar as questões próprias de cada lugar.

O vereador é porta voz de setores da comunidade, no sentido de levar ao prefeito os pleitos dessas comunidades, devem ser conhecedores das condições gerais em que vive essa comunidade e além de fiscalizar o prefeito devem com ele ombrear para uma cidade mais justa e feliz.

O que precisa um candidato a vereador/a?

Em primeiro lugar espírito de liderança; em segundo lugar a aceitação dessa liderança pelos que vivem num determinado bairro ou atuam em determinado setor; terceiro, precisa estar absolutamente afinado e comprometido com as questões de interesse desses cidadãos.

Somado a isso, a disposição e o empenho de estabelecer uma conversa direta e continuada com esse público, sem esperar pelos 45 dias que antecedem a eleição e formular promessas que muitas das vezes não poderão ser cumpridas.

Para que não seja uma campanha cara e ainda correr o risco de ser mal sucedida, temos no presente momento o tempo. São dois anos e dez meses para a partir de uma ou mais necessidades reais detectadas, arregaçar as mangas e começar o trabalho.

Cada dia desperdiçado agora vai fazer toda a diferença na eleição. Vai tornar as campanhas cada vez mais onerosas e aumentar as chances de falhar.

Publicidade e tecnologia

Hoje temos a internet, o lugar onde toda a nossa história fica registrada e que vai ser nossa prova incontestável de que o trabalho realizado merece o voto de confiança da população.

Não falo de redes sociais, mas de registro de material próprio, um site, um blog, onde cada passo do trabalho possa ser registrado e localizado pelos mecanismos de busca. O lugar onde as demandas possam ser divulgadas e encaminhadas e o lugar onde se pode estabelecer uma linha permanente de comunicação segmentada com o público interessado.

Isso não se faz do dia para a noite. Além do que permite que o postulante possa mostrar de maneira absolutamente transparente quem ele é.

Em 2020, muito mais do que nas próximas eleições, os tais robôs e indústria da notícia fake vão estar ainda mais ativos e afiados e a única arma eficaz para não ser vítima dessas artimanhas tecnológicas é a construção da autoridade através de site ou blog e relacionamento com o público.

Muito simples se começar cedo e absolutamente inútil se começar tarde. 

Método consistente

Oferecer essas ferramentas é o meu trabalho e se você tem pretensões políticas para 2020 saia na frente o mais rápido que puder. Redes sociais, post patrocinado, são um grande desperdício sem que haja a construção de autoridade através do registro sistemático e consistente das ações e o relacionamento com os possíveis eleitores.


Lembrando que quem tem mandato e realiza um bom trabalho já está em vantagem. Há espaço e quantidade de votos para que muitos desde que se organizem e tenham conteúdo possam alcançar sucesso na sua busca por um lugar na Câmara Municipal.

A campanha inteligente e trabalhosa vai poupar recursos e utilizar a internet como alavanca poderosa para a divulgação do seu trabalho.

Fale comigo!

Pedro Reis
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segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Tecnologia e inteligência política

Ficar à mercê das armadilhas que a tecnologia pode promover tem antídoto: trabalho sério, continuado e direcionado para um público alvo específico com o cuidado da segmentação. 

E nunca ficou tão fácil para vereadores e prefeitos, pelo menos nas cidades médias porque o que conta nesses casos é o relacionamento com o eleitor. 

O que existe de mais poderoso e abrangente são os mecanismos de busca, acessáveis apenas se o seu trabalho e trajetória estiverem registrados em um blog ou site

São as cidades médias aquelas que apresentam os maiores desafios, já que não é tão simples como numa cidade pequena onde todos se conhecem, mas é bem mais fácil que numa cidade grande, tipo as capitais do Sudeste onde toda a propaganda chega em grande parte das vezes através da imprensa e das redes sociais.

Agora que estão na moda as “fake news”, as cidades médias vão apresentar um desafio para quem pleiteia uma vaga na prefeitura e na câmara. Os candidatos terão que adotar uma postura de cidade pequena, buscando conhecer e afinar suas ideias com a população e dar publicidade disso pela internet e imprensa.

Redes Sociais

Ao contrário do que muita gente pensa, as redes sociais são invisibilizadoras de qualquer ação baseada apenas nelas. Já falei sobre isso aqui. O que existe de mais poderoso e abrangente são os mecanismos de busca, acessáveis apenas se o seu trabalho e trajetória estiverem registrados em um blog ou site. O que dá abrangência no trabalho do político municipal é o texto que descreve a ação e a imagem que mostra a ação e é só a partir daí que o material vai ganhar as redes sociais.

Se o conteúdo é bom e verdadeiro, qualquer piada ou tentativa de chamuscar a imagem, cai rapidamente por terra. Já ao contrário servirá de combustível para que se espalhe toda sorte de informação negativa.

Como nada escapa do poder da tecnologia, o único antídoto é postura e divulgação sistemática.

Já atuam no Brasil, empresas que prometem análise de dados que permitem conhecer a audiência de maneira segmentada, oferecendo assim a oportunidade de encontrar segmentos sociais mais afinados com o perfil do político e assim buscar o engajamento nas campanhas desse público.

Se você não quer pagar por esses serviços, nem se tornar uma vítima nas mãos deles, o caminho é construir autoridade através do alinhamento da sua postura e da sua divulgação.

Construir Autoridade

Construir autoridade leva tempo, mas custa mais barato e te coloca na dianteira de qualquer candidato que de última hora, resolva colocar todas as artimanhas tecnológicas para fazer uma campanha.

A tecnologia pode ser uma aliada poderosa e ao mesmo tempo acessível financeiramente se você tomar a atitude correta enquanto o tempo está a seu favor.

Enfim se você já tem a liderança em determinado setor e é reconhecido por isso e seu discurso e ações refletem os interesses sociais, lembre que Uberlândia teve em 2016, mais de 250 mil eleitores que votaram válido, mas em candidatos que não foram eleitos entre os mais de 600 que se candidataram, ou seja, votaram de forma pulverizada. 

Situação que deve se repetir em 2020 a não ser que você se organize agora

Não os números, mas o ambiente, foi o mesmo em Araguari e Uberaba por exemplo e em inúmeras outras cidades de mesmo porte e importância pelo Brasil afora.

O cenário é adverso para a política e para os políticos, situação que só pode ser revertida com postura nova perante o eleitorado e o próprio mandato.

Fale comigo!!!

Pedro Reis
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terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Política na internet reflete o mundo físico

Propaganda eleitoral na internet será o grande desafio das campanhas eleitorais daqui em diante. Muitos entusiastas declaram que as redes sociais serão a grande arma dos candidatos para se conectar com os eleitores. 

A grande sacada é mudar o relacionamento com o eleitor de maneira que ele saiba das ações e projetos e com isso criar afinidade.

Se por um lado, deixar para atuar na internet apenas nas datas oficiais da propaganda eleitoral trará um prejuízo irreparável para uma campanha eleitoral, por outro é no mundo real que as coisas precisam acontecer primeiro.

A grande sacada é mudar o relacionamento com o eleitor de maneira que ele saiba das ações e projetos e com isso criar afinidade.

A internet e as redes sociais são uma excelente oportunidade para os candidatos mostrarem suas habilidades, aptidões ou características mas isso vai depender de um trabalho anterior, reconhecido e que promova transformações sociais.

Já a partir das eleições de outubro deste ano vão aumentar os discursos do tipo:


"Sou novo, nunca fui político"
"Os eleitores querem um gestor e não um político profissional"
"É preciso renovar e eu sou uma opção"

Esse tipo de discurso virou febre entre os candidatos. Mas lembre-se: - Se o candidato não é conhecido, não é líder e não esta alinhado aos interesses do público alvo.....

Primeiro passo é entender que na internet é diferente

Santinhos, jornais impressos e outros materiais de divulgação podem ter funcionado bem no passado, na internet mais do que visibilidade será preciso engajamento. No passado uma lista de e-mail ou telefone era suficiente para fazer um callcenter eleitoral. Hoje o que faz a diferença é comunicação segmentada, permanente e com um tom pessoal.

Isso exige uma equipe treinada, afinada com o perfil do político muito além do simples salário. A maioria não tem essa estrutura.

Para as eleições de 2018, embora muitos não acreditem, o tempo já acabou. Construir uma candidatura do zero nesta altura do campeonato, vai ser uma tarefa inglória. Os pequenos ajustes ainda terão lugar, mas a campanha ainda será mais onerosa do que trabalhosa.

Para vereador em 2020 já existe um horizonte amplo que pode fazer com que a campanha, que bem da verdade nunca acaba, seja mais trabalhosa do que onerosa, ou seja, dará mais trabalho (embora diluído a longo prazo) mas será mais barata e com ampla possibilidade de ser objetiva, direta e com mais eleitores na média para cada candidato.

Só em Uberlândia, há 250 mil eleitores que votam no que aparecer na frente, na última hora e que poderiam oferecer folga na votação desde que se revisem os métodos de trabalho e as políticas de aproximação.

Falar a verdade e trabalhar as questões sociais com verdadeiro interesse

O que distancia atualmente o político do eleitor é a falta de coerência entre discurso e prática.

Nosso trabalho visa exatamente fazer o meio de campo tanto para aprimorar a comunicação dos políticos, quanto para aprimorar a participação do cidadão nas eleições e durante os mandatos.

Obrigado por sua atenção.
Pedro Reis - Editor do FarolCom e do FarolCom Inteligência

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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Pré lançamento da Escola de Formação Política e Cidadania

Política e Cidadania nos remetem à vida em sociedade. No Brasil essas duas expressões são vistas de modo separado, significando dois lados que aparentemente não se conversam.


Participação política não precisa necessariamente de um mandato, mas precisa ser exercida todos os dias. Precisa de participação.

Política deriva de polis (cidade em Grego) e Cidadania (do Latim civilitatem). Todo cidadão deveria praticar esse exercício e ter plena consciência de suas ações e atuações, seus direitos e deveres.


Escola é o lugar, o ambiente adequado para a conjunção dessas duas forças que traduzem a própria vida cotidiana.


Preparar o cidadão para o exercício da cidadania só é possível se estabelecermos o que isso significa, oferecendo informação não partidária e dados consistentes para tornar cada cidadão participativo, crítico e peça fundamental dentro da democracia. As diferentes configurações de organização da sociedade devem ser debatidas e consideradas de maneira permanente e esse é o nosso objetivo.


Participação política não precisa necessariamente de um mandato, mas precisa ser exercida todos os dias. Precisa de participação.


Se você tem pretensões políticas para 2020 nosso trabalho vai ser uma excelente porta de entrada e se Você pretende ser um cidadão com plenos conhecimentos de como funciona a vida política e social das cidades também.


Vamos começar mostrando como a cidade funciona, como se fazem as leis e qual o papel de cada agente político dentro da sociedade. Queremos resgatar a condição individual de percepção da realidade de um país que sempre separou a Política e a Cidadania e mostrar que só com a participação de todos, podemos mudar a realidade brasileira.


Como participar?


O valor promocional de lançamento é de R$ 35,90 por mês e inclui aulas semanais em vídeo, materiais em pdf, recomendação de livros e outros materiais de apoio que serão disponibilizados ao longo do curso. O conteúdo vai mostrar como funciona uma Câmara Municipal, os princípios de um Plano Diretor, da Lei Orçamentária e da Lei Orgânica e mostrar onde o cidadão se inclui e participa dentro desses processos. A duração é de quatro meses e sempre pela internet através do YouTube, Facebook e WhatsApp.


Você pode se inscrever com preço promocional até 31 de janeiro de 2018 neste link do WhatsApp e eu te envio os dados e condições para o pagamento. Se você pagar à vista pelos três primeiros meses o quarto mês é de graça.


As aulas acontecem às quintas-feiras pelo YouTube a partir do fechamento de cada turma.


O mundo mudou, a tecnologia abre a possibilidade de cada um ser protagonista no processo permanente de participação social.


A coordenação está a meu cargo e de outros profissionais absolutamente afinados com as questões municipais e eu espero que Você participe e faça um divisor de águas na própria vida e no desenvolvimento da sua cidade. Por extensão, um país melhor para todos ao longo do tempo.


Obrigado por sua atenção.
Pedro Reis -  Editor do FarolCom e do FarolCom Inteligência


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terça-feira, 2 de janeiro de 2018

2 minutos para entender - O que faz um vereador

Conduta de agentes públicos nas eleições 2018

A Advocacia-Geral da União (AGU) divulgou cartilha com informações sobre os direitos e as normas que devem orientar a atuação dos agentes públicos nas eleições deste ano. O objetivo é evitar a prática de atos ilícitos por agentes públicos, candidatos ou não, e impedir o uso da máquina pública em favor de alguma candidatura.

A cartilha traz orientações específicas sobre condutas vedadas pela legislação eleitoral, além de definir a melhor conduta ética a ser adotada durante o período eleitoral. O guia tem 60 páginas e é dividido por temas, como a definição de agente público para fins de aplicação da legislação eleitoral, as condições de elegibilidade e inelegibilidade, os prazos de desincompatibilização e a suspensão ou perda de direitos políticos.

Segundo a Lei 9.504/97, que estabelece normas para as eleições, já está proibida a distribuição gratuita de bens, valores ou benefícios pela Administração Pública, exceto nos casos de calamidade pública, de estado de emergência ou de programas sociais autorizados em lei e já em execução orçamentária no exercício anterior.

A lei também estabelece que programas sociais não poderão ser executados por entidade nominalmente vinculada ou mantida por candidatos.

De acordo com as orientações, a participação em campanhas eleitorais é direito de todos, não sendo vedada a atuação de agentes públicos, fora do horário de trabalho, em eventos de campanha, “devendo observar, no entanto, os limites impostos pela legislação, bem como os princípios éticos que regem a Administração Pública”.

via Agência Brasil